Há fins e afins
Há muitos fins nessa vida Há fins e afins Finalmente, finda a incerteza O que não finda mesmo É a minha tristeza O delírio de poeta A solidão à mesa Não findam dores Nem nuvens sobre mim Findaram alguns amores Todos se foram, enfim Em mim, findam sorrisos Findam cores E ganham abrigos Alguns versos amigos Que disputam dissabores E no final Tudo que vislumbro É um início moribundo De uma tristeza colossal E um começo de profundo Desalento abissal
POEMICIDA®
Representou eim Jate, caramba!👏👏👏👏
Jate
Gil, meu amigo, obrigado!🤩🤩🤩🤩🤩
Jate
Editei o último verso: estava repetida a palavra "colossal". rsrsrsrs
POEMICIDA®
Colos"sal" demais faz mal pra pressão mesmo...😅
Jate
kkkkk. É verdade, Gil. Não tinha pensado nisso. Trocadilho Gilnial! 😂😂😂
POEMICIDA®
Isso que é A"Gil"idade mental...😅😅😅😅
Jate
kkkkkkkk. Verdade. 👋🏽👋🏽👋🏽
Ana
ta de parabéns 👏👏👏👏👏 todo final tem um recomeço...
Jate
Obrigado, Ana. Muito gato pelo comentário! 🙏🙏
Nilza Poetisa
C'esta la vie, meu caro amigo Jate. A vida nem sem corre em linhas paralelas. Há desvios que nos marcam . E os afins também se vão com essas mesmas linhas. Teu poema me fez pensar. Talvez esteja nesse mesmo emaranhado que vc Boa noite meu amigo
Jate
Oi, Nilza. Que bom que os versos provocaram sua reflexão. Uma honra para mim, minha amiga! 💜💙💚🌹
ỌHAR
incrível escrita 👌👏
Jate
Obrigado, amigo poeta! 🙏🙏🙏
Escrevo sentimentos 🌹✨✨✨✨
Entre tantos fins, seus versos encontram beleza até na melancolia. Uma poesia profunda, que nos faz refletir e sentir. ✨🌹
Jate
Obrigado pelo comentário inspirador, Mara. 🌹