O agora e o infinito
Como peixe deslizo suave nas águas Sinto a serenidade da vida, ainda que pedra No silêncio da mata, exercito ouvir minh'alma (Afinem os ouvidos A orquestra dos passarinhos entoou Vamos dançar!) Ando descalço entre cobras, e aprendo sobre o perigo (Medo. Que medo? Bebes do veneno!) Não é perder tempo Contemplar a lua, contar as estrelas Cafungar no orvalho da madrugada Corro Olho para o céu Deleito- me no agora E sem viver morrendo Sim, eu quero, morrer vivendo...
Nilza Poetisa
Lindo adorei 💖💖🌷
Ivi
Agradecida, poetisa. 🌹🌹
Musa da alma 🌹✨✨✨✨
leve e lindo!!🌹❤
Ivi
Muito grata, Mara!! ❣️❣️
Marcelo
Parabéns Iva. Belíssimo!!
David
Volte Ivi Como estrela nautica A guiar quem aqui vive Badale os sonoros versos que fazem falta!