Sangrar
Sangrar, como se dignificasse. Na surdina querido, eu sou aquele que tem fé em tudo, filho da ausência, como um vislumbre do horizonte, intocado, sempre além mar, um corpo etéreo e distante, o fantasma invisível para todos nesse lugar. Esperando ser visto e tocado, observando Afrodite, Ágape e Eros, como se pudesse ser amado, eu não posso, mas espero. Em secreto. Porque todos esses filhos da puta no meu celular, querendo me foder, ou me matar, eles me veem, mas não me enxergam, eles não se importam com o que penso e tenho a dizer, aquilo que escondo abaixo da carne, e do sexo. Aquilo que só quero mostrar a você, porque eu costumo foder com tudo, mas agora só quero foder com você.
Escritos_próprios
Uau, esse final tá de tirar o fôlego!!
Lítio
obrigadoo querida!!
Escritos_próprios
Seus poemas são como o ar que respiro (necessito), então volte a postar urgentemente!! rsrs
Lítio
vou tentar, prometo.♡