Halsten Weismann @HalstenWeismann

Puro

Quase nada, que eu entenda, que preço, por nada, pagamos e não aproveitamos, muito menos sabemos o que sonhamos ou fomos. Para que tanta letra, se nas palavras, desistimos de toda treta, escrita por maldade ou sarjeta, você sabe até onde vai, por sua verdade e nobreza? Nublado e com vento, apenas um momento, em vão no tempo, nos damos, nada, que retribua o que pensamos. Sou a falta de razão, falta de paz, falta de não. Você entendeu? Sem mas, sem chão. Arrogância, verdade e vaidade, e sempre nos deixamos na mão. Já vi alguém me odiar sem motivo, senti coisas, que vivo, morri, sem motivo, vivi, em raiz quadrada, multiplicando milhas falhas ao vivo. Sou isso, uma guerra, por razão, que não possuo, uma bomba, num muro, metade de algo que outrora seria puro. Quem dera, eu fosse o que penso, todo momento, aí não haveria problema, no que o ser pensa e aumenta, nasci nos anos noventa e ainda não sei, como se chama, na mente, essa doença. Sem desculpas e crenças, só determinação, ódio e furor, veículo movido de calor, uma dose de tequila e duas de dor, uma vez tua, duas vezes minha e tá tudo bem, amor.

Comentários · 1

  1. Unialado

    A ânsia é de continuar lendo estrofes e mais estrofes, mas como dizem, tudo que é bom dura pouco. Ótima leitura.