Bipolar no multiverso de si mesmo
"Metamorfose das marés" Há dias em que o sol grita dentro do peito, e a alma dança — febril, incandescente — tudo brilha, tudo arde, tudo é perfeito, num frenesi que o tempo não sustenta. Depois, a lua murcha o próprio pranto, e o corpo pesa em cinzas e neblina, o pensamento é um espelho quebrado, onde o rosto da alma se declina. Sou fogo e água no mesmo instante, um anjo em queda, um deus delirante, sopro e vendaval, maré e calmaria. Dentro de mim, ecos de mil vozes, umas rindo, outras tão atrozes, num céu que alterna luz e agonia. Genê-poeta
Luarim Baran
brilhante 👏
Generino. (Gene_poeta) )
valeu amigo paz e luz na tua caminhada