Lar Pútrido
Neste espaço minúsculo Sufoco na sua memória Árida, maçante e lá no fundo Avisto sua alma ansiando completude. É por isso que guarda tanto o mundo? Meu corpo não lhe responde, estou cansado. Meus pés doem e meu coração escurece. Olho pela janela e vejo tempestade, Olho para cá e existe furacão, Uma onda infinita dos seus vícios. Que se olvide céu e inferno. Não guarde o mundo, guarde a si; Pois a morte tem que ser seu guia. Pois a vida tem que ser seu anjo.
Leon Vieira
Poema curioso. Por vezes ficamos reféns de nossas próprias lembranças, talvez rancores. O lar converte-se em prisão!
Davysson
Obrigado pelo comentário, Leon! 🤎