Um céu para se ver
Um céu para se ver, um momento para guardar. Não há mais o que permitir. Durante a última luz do pôr do sol, o coan canta seu murmúrio, riscando o horizonte com superstições. Tudo tão real, tudo tão normal. Um lar para construir, um momento para lembrar. Não há mais o que decidir. A fumaça sobe da chaminé, o vento a leva, e eu fico esperando pelo café. As estrelas acendem devagar sobre os telhados do mundo. As janelas ganham luzes douradas. E por um instante, entre o calor da casa e o frio do mundo, tudo parece estar em seu devido lugar. ✠ L.V. .•.
Ella
Que poema lindo, de uma atmosfera bucólica e acolhedora. 🌷
Leonardo Vitorino
Obrigado pelo doce comentário, minha amiga ❤️