Soneto do desamor
Há um charme qualquer No desamor, Haja o que houver, É sempre uma dor. Tu me olhas, Mas não me vês inteira, Não percebe quando me tocas, E sempre a mesma besteira... Tu sabes, eu sei... Mas nada muda, E eu me sinto mal. E agora já comecei, A cair neste sinal, Desta dor aguda.
maría pamplona
ótima escrita! :)
Bel
Obrigada!!!!!!!!