Âmago Absorto
O espelho da autocrítica se quebrou, sete anos atrás. O azar busca meu nome. A culpa não se encontra com o ego. O orgulho se afunda na cama macia, sob plumas da incoerência. Nada de novo sobre a terra — nem acima do céu Encobrindo os rastros que perambulam entre Estados — também o de espírito. Eu encho o peito de minério Tossindo farelos de pão. Quem me dera uma cama nesse chão. O espelho quebrado numa moldura nova. Para enfeitar a parede cinza Nesse céu sem cor Willis Leite
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