Metafísica do nada absoluto
Não só vi o inferno, eu estive nele! Estava na presença de monstros e assassinos Eles tramavam contra mim, "matem ele!" Há males duros, outros mais finos No inferno eu olhei para o nada Com uma canção diabólica, ele me chamou! Andei em sua florestas negras, sem guarda Abracei o niilismo, ele me conquistou! Depois percebi o erro que cometi O nada não cria nada, ele só destrói! "É preciso que o nada tenha pés de barro", refleti! "Quem me recupera dessa flecha que dói?" Somente aquele que foi predito, o nazareno O rei dos reis, humilde e pleno. -Victor Gabriel
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