As linhas do cárcere
Escrevi a chave do cárcere, daí me vi livre. Corri sobre a grama, cheirei as flores, nunca vi mais lindas. O que percebo é a alegria sobre meu olhar ingênuo, pois, com as mãos nas barras, percebo que, se escrevo, é que elas sempre foram minhas linhas.
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