Vermelho
Sou uma pena que mancha o papel com tinta vermelha por onde passo, Deixando rastros pelo caminho, Sou um serial killer que mata os próprios sonhos por medo de não conseguir sustenta-los. Um poeta que guarda seus melhores poemas no coração com medo que julguem sua ingenuidade. Sou o amor silencioso que morre de solidão, Humano demais para aceitar a insignificância dos meus atos. Humano demais para acreditar no peso das minhas ações. Sou uma dúvida que flutua como uma semente de bordo, querendo distância da própria raiz. Eu sou a minha poesia nada mais nada menos que a minha poesia. Íntima e nua.
Arturo
Excelente poema!
Edson Martins.
muito obrigado.