PÁLPEBRAS
quando nossos olhos se vêem, os seus me pedem lentidão. quando o calor estranho nos vêm ao âmago, sua íris dilata, implorando pelo rápido. quando a ardência crava em minhas costas, entendo que não é pra parar. sei dos pontos que lhe fazem delirar, o teu suor e cheiro são minha fragrância entre quatro paredes. teus lábios nos meus explode meu peito, como aquele pirulito que explodia em minha boca quando criança.
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