Alabastro
Cavei, catei e recolhi cada pedaço. Isolados, eram ilhas salgadas agredidas pelas ondas sem fim cristalinas descidas da encosta masculina, minha expressão de aço perdida que sobrou. Pelegos da ira, lembranças... Tambores, ritmos, volta de voltas. Certa euforia, caminho de alegria hipnótica. Um Todo arquipélago de pelejas infames! Contagiante... obsceno, é o transe. Vitória:"não ames! Ébrio delirante, não tenhais pena, apenas transe!". No rastro do gozo esteve, ficou e deve permanecer sobre o portal, vazio, meu alabastro.
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