maría pamplona @realities
Drama

O preterido coração

Em sonhos, ando aflita e ímpar, Hasteando meu coração selado, E um fúnebre olhar condenado. Porventura, desaprendi a amar... Entre faces, paixão incandescia, Nos áureos tempos de bonança Cintilava o fulgor da esperança, Nas ilusões que o amor trazia... Presa entre o destino e o eterno, Observo o fascínio ir-se embora; E minh'alma avilta-se no inferno... Eis a sentença do amor vencido: Daquele que eu possuía outrora, Me restava o coração esquecido! maría ♨️ | Soneto II

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