Dissimulada
Parasita neurótica, Aflita, Espreme-se. Entregando-se em seu destino À um castigo solene E merecido. Para um procariótico ser detentor de uma sentença perpetuamente, A morte. De antemão, Verte vestígios de parasitados nutrientes. Um sangue coagulado, Quente, Impregnado em seu medíocre Cerne. Dissecando à medida que deságua em sua certeza, Cede, E definha Entregando-se L e n t a m e n t e, Enquanto palavras esbraveja Sem que a culpa lhe regresse à mente.
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