Relaxa amor
O tempo chega e leva tudo que restou
Quem está e quem se vai, e se você for eu vou Atrás de calor
Já estou acostumado com o mundo
E as coisas quais integram nesse jogo sobre como coisas como o vento passam
Coisas pequenas que também têm valor
Mas o porém é que somos frágeis
O vento desloca folhas e sacode árvores
Olha nós dois nessa viagem
Colhendo o que cai no solo antes de se desintegrar
É tudo gravidade
E você tem que me conhecer, saber qual é a solução dessa questão, do problema cê sabe a gravidade?
E por atrás de toda graciosa vontade
Existe uma malícia, tenha coragem
De dizer para o mundo tudo que na cabeça surge
E que também é brilhante ao ponto de você mesmo entrar em deslumbre.
Relaxa amor
Aquilo que sacode a cabeça
Nos torna melhor.
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Sou nota dez
Nesse disco binário,
Mais um.
Sou o acento Para o descanso de seu fôlego.
Sou a força que falta nesse brando
A dor que sinto nesse disco de ernea
Não se alivia com morfina
E a dor da vida,quando escuto essa mixtape
Sobre o efeito aliviador da sua saliva, opiorfina
Seu coração com o meu sintoniza,
Escuta...
A batida na porta,
Escuta mais suas promessas
Que eu sinto mais seu verdadeirismo.
Me mate mais uma vez,
A rainha tem mais mobilidade que um rei
Mas eu sei.,
Mas eu sei..
Mas eu sei..
Jogar bem..
Enxadrista.
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Você ainda me mata moça
Tudo em você é afiada
Vista a roupa
Posso me arrumar?
Depois de tudo que fizemos
Agora quer cobrir a cara
Lava a louça,tapa na poupa da bunda
Você se apaixonou ou só está confusa?
Vai haver de novo o que houve
( e o que há)
O que é?
(Somos eu)
Sou o que ?
(Sou nós)
Nó da onde?
(Nó no breu)
No seu?
(No meu!)
Mais que nó na orelha!!
Vou me arrumar
(Risca a sombrancelha)
Sua voz atravessa a minha
(Você se queixa?)
Você se repete na minha cama.
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não vejo motivos
Desconheço, evito
tudo aquilo
que não me quer.
Sossêgo não Sonego
é Segredo o dregredo
me Exílio em seu abrigo
ou me ame ou ao invés.
destesto esse seu vazio ego
nesse nefasto o pingo faz eco
Olho seu olhar contornado de emo
não grito,mas quem você é?
soldado insultado
declare a Saida do armário,mulher.
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O poeta só escreve se..
Se qualquer coisa.
Poetas e poetisas se matam na imaginação, juntamente com o tesão de escrever tudo aquilo que é ou não é em vão,
Tudo que é belo como em figuras geométricas,
E tudo que é feio como na entonação do cherume nas canelas.
Reclamando por Chico,por esse pão pra comer e por esse chão pra dormir
É tanta pirraça que temos que engolir!!
Deus lhe pague meu caro inimigo.
Clamando nos ouvidos,o pôr desse sol é lindo
Escrevo versos por um fim,
Até me adianta você sorrir assim,
Minhas palavras provocam tudo em você
De um modo bom não ruim.
Toco seu coração como toquei seu pé no cochilo.
E esses versos são de graça para o mundo
E se qualquer coisas houver, ouvirão as suas próprias vozes interpretando meus textos simples e cheios de razões.
Nada rasos.
Brinco com palavras,
A poesia é malabar
Com som de risadas
De circo. Tirei seus brincos
Para morder melhor a orelha,
Tirei a licença.
Com licença.
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Eu a vi no meio da multidão
E gritar seria em vão.
Ela Lá já Estava antemão,
Adiantada com seu violão,
E eu Muito distante,
Subindo a escada rolante,
No meio de tantos figurantes,
e Ela lá já na plataforma, no vão
O trem na luz,a mim era escuridão.
Eu Não podia deixala ir sem dar uma palavra,
Chegando nela não podia esquecer a fala,
Eu tinha ciência que ela também estava apaixonada.
Mas nós éramos tímidos, só queríamos escrever baladas.
Corri empurrando a todos
Com uma certeza clara!
E..
E a minha dedicação era tanta
que Fui enganado pelo diretor,
E ele conseguiu me tirar lagrimas.
(CORTA!!, perfeito!!!)
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.
..
Madrugo acordada
A madrugada
Calada
Já
E
Sim
Sinto
O cinto
Apertado
Moendo calado
Meu peito fechado
A batida
Me abre
E compli-
Ca
Me que-
Bra
As li-
Nhas
..
.
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