Meu herói
— Vamos lá! Por favor, por que você tem que ser tão mimada? Você precisa ir pro médico. Puxei, subornei, ela negava, uma completa mimada, nem mesmo doces ela aceitou, sempre esse sofrimento. — Anda, prometo te dar tudo. — Não! Médicos são ruins. — É pro seu bem. — Mentiroso! Insisti, ela negou. Tive que usar minha arma secreta. — Super herói vem aqui. Esperei, nada. Resmungo. — Não vou dizer aquilo, é humilhante. Suspiro. Do quarto ouço, — não vou então. — Mas é sua irmã! — Que irmã? Eu sou o capitão pijama, Capitão pijama não tem irmã. Suspiro. — Frente a esse problema, quem poderás salvar desse dilema, preciso da ajuda do inigualável, invencível, e super poderoso, Capitão pijama Correndo pela casa gritando e rindo, meu super-herói favorito, ele tosse falsamente, encaro não entendendo, me olha fixamente esperando algo, Suspiro, já cansado, e começo a imitar trompetes. — Preciso que convença essa donzela a ir ao médico. Explosão de carinho, Sem conseguir rejeitar, Ela entrou no carro.
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