O ALÇAR DO SINO MONÓTONO
Levanta-se para o alçar de algum sentindo de luta O sino indica tons fúnebres A esperança é o mesmo de uma muda Em um pote, murcha. O presente é monótono Quem construiu o passado? O futuro é um retrato de um mesmo quadro. Um quadro mesclado de dor, solidão e constante agonia Tentei plantar rosas em terreno árido A gratidão se transformou em cactos De brinde o deserto veio com sua bela fantasia. Tenho sede pai... Tenho sede mãe... Tenho sede irmão... Tenho sede irmã... Tenho sede de saudade Tenho sede do verdadeiro amor Tenho sede da sincera felicidade Tenho sede do meu próprio sabor. Demônios existem Olha no espelho Meu coração ainda é humano... E o que não te mata te torna mais estranho. Por que vocês se odeiam tanto? Devilman Cry Baby A compaixão só vem após os prantos. A chuva cai, o vento bate e o sino toca Mais um ontem, mais um hoje e mais uma derrota A chuva cai, o vento bate e o sino toca Banho de lágrimas, me falta ar e delírios com pessoas já mortas. Levanta-se para o alçar de algum sino de luta Os estilhaços brilham mesmo após as noitadas É engraçado pois ninguém enxerga e escuta O grito do silêncio ensurdecedor nas manhãs e nas noites caladas. Lunático me vejo Na borda desse universo As estrelas clamam por libertação E a esperança seria não ser monótono esses versos.
Ideia Nua
Um jeito diferente de se expor. Meio mórbido, mas muito bem colocado. Mas cuidado com o excesso de metáforas, pode confundir o leitor. A simplicidade também ajuda 🌹