Eu queria poder contar pro mundo o quanto eu te amo, o quanto te quero comigo, o quanto insisto por te querer e o quanto eu sofro por não poder
Queria saber a sua realidade, o que sentes de verdade
Se é amor ou falsidade, se é paixão ou só sexo
Se é delírio ou ilusão, se é loucura ou sedução ou se só me querer por cometido uma inflação
Se eu realmente fui o amor da sua vida como você diz
Se eu sou alguém que você possivelmente quis
Se eu só apenas uma distração ou apenas uma uma alma que tira da dor e da realidade que vives dizendo que é infeliz
Eu não sou ela com quem você dorme todos os dia, eu não sou a escolha que você fez na sua vida, mas quando está a chorar eu sou pra quem você corre pra poder desabafar e apagar as mágoas e as cicatriz
Eu só sou aquilo que sai da sua boca quando quer ser feliz
Mas eu te amo e não consigo apagar você da minha vida
Eu preciso me desfazer desse amor que me desampara
Eu preciso esquecer que na minha vida você entrou
Eu preciso ir sem olhar pra trás
Eu preciso te deixar pra ter paz
Você nunca vai deixar-la e só eu sei o que sou pra você
Apenas a cama que ela não te oferece, apenas a paixão que ela esquece, apenas o sexo que ela deixou de fazer
Eu sou apenas um corpo e uma mente aberta pra se ter
Eu sou apenas a sua amante que você não consegue se desfazer
Eu sou apenas um corpo que errou em ter se entregado novamente pra você.
(A 10 anos atrás eu fui sua de verdade
Sua namorada, sua esposa, sua amiga
Eu tive que te deixar pelos seus erros cometidos
E agora você volta como se tudo aquilo não tivesse acontecido e eu nunca esqueci desse amor
Mas agora você fez a escolha importante
Não vamos resgatar um dia que foi dor pra gente
Eu te amo mas preciso seguir em frente
Você ja tem a sua família)
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Covarde demais esse coração, covarde também foi esse destino te trazer de volta pra mim sem eu poder te ter, eu amo esse dono meu, amo como a existência de mil almas, é ele que me segura e me faz esquecer de quem eu sou, mesmo um dia ele tenha sido minha pior ruína.
Eu tentei me matar
Mais uma vez
Eu tentei
E mais uma vez fui fraca
Mais uma vez fui incapaz
Pois todo amor que habitava em mim
Fez virar cinzas e morte
Tudo aquilo que em mim se mantinha vivo
Foi sacrificado para poder ainda do que restava se manter de pé
E ainda sim eu tentei me matar.
Tentei pois não aguentava ter que te perder
Perder pra o mundo que eu tanto construí pra você
Tentei me manter de pé para não perder o que poderia ainda viver dentro de mim
Eu tentei pois não aguentava tanto mais aquela dor
Tentei e talvez eu tente de novo
Pois vai haver o dia que tudo aquilo que aconteceu vai voltar como sombra em meu lugar de paz
Eu tentarei pois não conseguirei segurar as lágrimas quando novamente ela vinher
A vida que eu caminho está apagada entre a morte
E as vezes sinto que ela me espera do outro lado
Pois eu tentei
Eu tentei me matar
E eu acabei sobrevivendo a essa tentativa falha.
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Aquele pequeno pássaro branco que a deixei voar de minhas mãos
Era sinal que a liberdade talvez iria por o fim a sua solidão
A solidão que sufocava o pássaro preso na gaiola naquelas condição
Eu o deixei voar o mais longe que pudesse
Eu deixei seguir seu caminho por mais que me doesse
A verdade foi a me perseguir pelo campo da sofrência e a dor que em meu coração doia, ardia como chamas acesa
Dói tanto que nem mesmo consigo terminar essa ardência que o chamam de poema
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Pipoquei naquele sertão
Num dia de domingo
Doida pra comer um pirão com carne
Aquele que chamamos de "cozido"
Botei a cadeira lá fora
Na frente da casa para espairar
Senti o cheiro doce de terra molhada
Que tinha chuvido na noite passada
Naquele lugar
E lá dentro de casa
A comida saia
Pirão no prato cor marrom
Feijão com farinha na vasilha
Um molho pa moiar
E um suco de caju pela minha guela descia
Que tinha apanhado pra nois tomar
Onde todo dia minha avó colhia
É pra acompanhar
Na minha rede a balançar
Um soninho de tarde num almoço de domingo
Eu escutava os passarinhos a cantar
O vento a ventar
E a minha vó a roncar
E Lá fora naquele sol quente de raiar
Naquele final de semana
Eu admirava o dia
Pois só em mim
Havia lembranças
Lembranças que foram vividas.
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Seja o livro que todos goste de ler
Seja o pássaro e a própria te liberte
Crie suas linhas de escrita
E na caixa da vida
Colha o que você merece
As vitórias que tu conquistará
Daqui pra frente vai te libertar
E Das derrotas que a vida venha te trazer
Tudo que fazes aqui, vai pertencer a você
Mas lembre das voltas que o mundo dar
Pois a janela pra si estará aí sempre aberta
Respire fundo o ar que ela traz
Mergulhe no azul do teu oceano
E as águas te trará resposta, dizendo do que tu é capaz.
Solte o rugido do leão
O canto das aldeias
Você é a morada que vigia
É o tempo que te rodeia
Você pode não ser tudo
Mas tu és o que semeia.
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Ouvir histórias das mais belas e distintas histórias e nenhuma foi tão sublime quanto a nossa.
Eu digo que a paixão é como as estações,
Nos deixa quente com o verão
Nos esfria com o inverno
Nos faz cair na tentação do outono que na verdade é onde se vai as folhas caídas
E com o desabrochar das flores na primavera.
É uma paixão claro, irradiante eu digo talvez, bom assim nos faz ficar diferente, irresistível eu acho.
Eu posso começar por aquele dia
Que nossos corpos colou com o frio do inverno
Que fez nossos olhos vibrar uma pela outra, que fez nossos corações parar de tanto fôlego tirado com aquele beijo
Que fez eu me desligar do mundo e observar só as estrelas no céu, e perceber neles em frente o girassol dos teus olhos.
É
Eu ouvir dizer
Que
O tempo são como folhas caídas mesmo
Nos faz querer entender o porquê de ser tão rápido e enxergar o que estou perdendo por deixa ele ir.
Por ter deixado ela ir.
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Eu não posso escrever tal tamanho poema
Já que meu poema é você
Eu sentir na pele o que é a alegria de viver
vou esperar o dia amanhecer pra poder me transbordar
Vou te amar e te amar
até me faltar ar
Meu poema de fim de tarde ou num ensolarado dia
Eu mergulhei na tua face um colar de euforia
Eu desviei caminho, eu vi no meu destino
Era você naquele sorriso lindo
Que eu admirava noite e dia
Era você no meu futuro, foi você no meu passado
sempre vai ser você o meu abrigo
Ter você ao meu lado é um sonho
E eu quero continuar dormindo
Eu esperarei minutos por minutinhos
A nossa história vou admirar
E a nossa família vou fazer
Nossos filhos crescer
no nosso cantinho com
Flores rosé.
E Esse poema de começo
Eu fiz especialmente pra você
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Eu conheço um lugar que se chama nordeste, eu conheço um lugar que é arretado feito a peste, ó lugar lindo de se viver, ó beleza encantada, ó lugar da minha vida, ó poesia sofrida, é a minha paraíba.
Eu duvido tu se enfiar no meio da gente, tu não tem coragem, tu não é valente, a gente se faz de besta, mas de besta só tem a cara, tu fala pelas costas e a gente já mete bala
Aqui de dia faz sol, aqui de noite faz chuva trabalhador que é trabalhador só vive na luta, pra ganhar o pão de cada dia ele só faz se ralar os tapas q ele leva é pra aprender a se levantar. Você que diz q a gente vive na seca paraibano não se deita pelas conversas que tu vai falar.
Eu cresci vendo o sol nascer nesta terra querida é o lugar que eu quero morrer, eu poderia até ir embora, mas vou voltar pra ver o que o nordeste me proporcionou o que ele me ensinou eu jamais vou esquecer.
Eu fui apaixonada por um desmantelado, conheci você no forró colado, foi xeru no cangote , foi beijinho roubado.
foi numa manhã de domingo, no forró pé de serra, que por aquele menino eu tava caída só as pregas, meu coração disparou, meus olhos brilhou quando ele chamou de "meu amor" eu me derreti na sua conversa.
Já ouvi muito sim, já ouvi muitos não, já quis desaparecer pra sumir da solidão, já pensei em tudo e tudo foi em vão, pois desde pequena ouvir, desistir é pós fracos pois paraibano não desisti não.
Sou filho de menino, sou filho do sertão, sou filho de Maria bonita, sou filho de lampião, sou rapadura doce, sou pé de moleque, sou do tengo lengo, sou cabra da peste, sou crescido e nascido eu sou do nordeste.
Milene Almeida
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Para o amor da minha vida......
Nítido seus olhos no meu
Sua boca na minha
Era minha sina ter que me apaixonar pelo seu eu
Já que você é minha
Eu sou carne e o pão
Que te enche a barriga
Sou um moinho de grão
Que te fascina
Sou o café, sou o doce
Na boca dessa menina
Ela é a minha gastura
É o meu ardor
É o meu cheiro
Descendo pelo seu suor
Colado no meu corpo moreno
Eu sou viciada em sua face
Sou o rosto em seu espelho
Sou a melodia da música
Que tu escuta o dia inteiro
Sou sua dona, és minha primeiro
Eu citei gargalhadas na sua risada
Sou a voz da sua cabeça
Sou a luz que te ilumina
A força que chega
Eu sou o sol da manhã
Sou a lua da noite
Sou o vagalume e as estrelas
Eu sou ela
E ela sou eu
Somos duas em uma só
Somos a nota "dó"
Somos unha e carne
Somos a uva do vinho
Somos o planeta Marte.
Somos o tempo passando devagarinho.
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