Era Fruta-do-Conde
Plantei a muda no meu peito. Não tão doce, tão natural, não tão intensa, nem tão imensa, mas tão granada, gravada na memória, sem saber onde. Até descobrir que o que plantei não era Atemoia: era Fruta-Do-Conde.
Plantei a muda no meu peito. Não tão doce, tão natural, não tão intensa, nem tão imensa, mas tão granada, gravada na memória, sem saber onde. Até descobrir que o que plantei não era Atemoia: era Fruta-Do-Conde.
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