Epílogo
Em cada vão momento lembrarei de ti, E em cada finda noite o teu nome chamarei. Sei que não me amaste da mesma forma como eu te amei, Mas não mais espero o dia em que me respondas. Por esse amor que já deixei para trás, E aqui jaz, no meu coração, a saudade que não se desfaz. Das cinzas às cinzas, do pó ao pó, Recolho, sem pressa, o que de mim restou, Obrigo-me a esquecer do “nós”, Acostumando-me ao silêncio que agora me cobre — Teu nome ainda sussurra, ecoa, mas não dói.
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.