O caminho do forasteiro
Caminhei... por trilhas desfeitas no silêncio do mundo. Até que o nada me recebeu com braços vazios. Acendi uma fogueira — última chama da esperança — e deitei-me sob o véu frio da noite. As estrelas, cintilantes, me olhavam como memórias esquecidas. Caminhei... e cheguei ao lugar onde os nomes não existem, onde a chuva sussurra segredos, e o vento leva promessas não cumpridas. A tempestade veio — furiosa, como verdades não ditas. Mas caminhei de novo... e retornei ao ponto onde tudo era ausência. O amor, outrora chama viva, se fez brasa e depois cinza. As estrelas perderam seu brilho — como olhos cansados de esperar. A história, cansada de recomeçar, fez do fim o seu próprio início. Caminhei... e agora me pergunto: Para onde vai aquele que já partiu de si mesmo?
EXTRAVAGÂNCIA
nossa, sinto que fui transportada obrigada por essa experiência💜
Nilza Poetisa
Um ótima pergunta! Enquanto houver disposição para a jornada Ir em frente sempre teremos algo a descobrir. Aquele que pada no tempo Desiste de si mesmo. E é triste. Uma ótima semana pra vc
Mateus
exatamente,desejo o msm a vc