Karen Coelho☆ @mesqueres
Morte

Noite Costumaz

Esta erma beira-mar, nomeei-a minha Fico eu a fitar o marulho pela ventana E a frieza raia, e tanto a alma me dana Meu riso some: a noite, pois, já vinha Entorno a ginjinha, na miséria noturnal E uma estranha atimia retira-me a paz Esperto-me e rezo, a fé muito me apraz Sucumbe, portanto, o espírito abismal Mesmo a penúria cessando à alvorada À fímbria do outeiro habita a morte Deus, continuai a apartá-la de mim Teima em penar, minha pobre morada E o marasmo me espia do extremo norte Meu Deus, que possas isentar-me do fim Karen ☆

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