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Maria Luísa

@marialuisaxv · desde 2019

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Os de verdade eu sei quem são

Os de verdade São Os que fala demais ou que fala muito pouco Os que fala demais ainda é um sonhador que não percebeu a realidade Fria, vazia, e cinza Que não se importam em se arrumar para os outros, ou falar palavrão na frente de todo mundo Estão sempre sorrindo e irritando os falsos Estão sempre falando seus sonhos e sendo diminuídos pelos falsos Ficam olhando para o nada São chamados de esquisitos Mas ninguém imagina a imensidão da sua mente Amam olhar o céu, o cheiro das flores, da chuva, do Mato, olham o caminhar das formigas, o barulho do vento Não se importam com a dor própria Mas se importa com a dor alheia Sempre pensando no próximo Os de verdade que fala pouco já sofreu demais na mão dos falsos que odiavam a sua Popularidade que era motivada por ser alegre, sincero e não julgar ninguém Ele fala pouco porque não quer incomodar ninguém Tem medo de não ser aceito Chora sozinho para Ninguém saber Não conta mais seus sonhos Na verdade nem sonha mais Só quer desaparecer Quem sou ele pensa Porque, o q eu fiz? Mas um dia ele vai entender que não tem nada de errado Que o problema não é ele, que não importa o que pensem dele Ele vai sentir saudade é vai voltar a ser quem sempre foi As vezes eu penso que já nascemos prontos Mas a sociedade nos monta É cabe a nós se desmontar e voltar a ser quem sempre fomos.

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Vida

chocolate amargo

A vida é igual chocolate amargo Só sente prazer Quem sabe degustar Eu não gosto de chocolate amargo

Lagrimas que não mentem.

A verdade está escondida. Procure no travesseiro molhado. A verdade deve estar nas lágrimas. Não sai da boca a garganta trava. Invento qualquer coisa e digo está tudo bem. Mas o soluço da madrugada é a dor no peito não deixa esquecer. E derrama verdades na fronha. Falar!, falar para quem se ninguém é de confiança. Puxei assunto com Deus mas ele não escuta. Vou fechar os olhos e dormir, mas antes agoniza no chão gelado. Ouvi gritos de porquê, mas não vi o resto.

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O tempo o vento e a tristeza.

O tempo me agoniza. Me mata e me ressuscita. Cada vez mas perto do longe. Tenho medo do vento. sou vazia e leve. ele pode me carregar Pra longe do tempo, do amor que tenho e que ainda vou ter. Eu não mato tempo ele que me mata. Passa tão ligeiro, me agoniza. A tristeza aparece, com ela traz o vento. Que quer me levar pra onde não tem tempo.

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