Será que vale a pena?
Se eu não escolher, qual será a minha sentença?
E se eu escolher? O que me espera?
O que eu quero? Qual é a minha vontade?
Como se uma "pena" fosse conforme o meu querer.
E se uma sentença viesse conforme o meu querer?
Valeria cada esforço, cada renúncia, cada lágrima, cada raiva, cada desperdício de tempo, cada escolha errada, cada tempo perdido no ostracismo, cada jejum da vivência da realidade real.
Hoje em dia tem isso: Realidade real ou realidade virtual? Prazer concreto ou prazer abstrato? Um olhar macio de um estranho ou um olhar inclemente de um chegado?
Se bem que este chegado está mais pra estranho.
E este estranho, um alguém bem familiar.
Claro que é familiar! Pois há 20 anos atrás conheci alguém com o mesmo DNA.
Acontece que a gente só valoriza certas coisas quando perde.
O que de fato vale a pena perder?
O que de fato vale a pena reter?
Pelo que vale a pena sofrer?
Por quem vale a pena viver?
Quando a morte chegar, eu terei de fato vivido? Ou apenas sobrevivido? Ou nem isso, teria eu apenas existido?
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Amor de longe benzinho,
É favor não me querer benzinho
dinheiro eu não tenho benzinho,
Mas carinho eu sei fazer até demais.
Esse sentimento só cresce,
Quando passamos por horas longas,
E tu não vês o quanto me afeição cresce,
Quando te imagino me fazendo sua canção.
Sonho com o teu abraço,
Pra me acalentar e me aquecer,
Com o teu toque, tão suave e tão bom,
Que me trás a tão desejada paz.
Enfim, eu não tenho o que oferecer,
Mas meu amor não tem preço,
Tudo o que é teu, eu quero guardar,
Num lugar onde se encontra toda a calma e beleza.
Texto criado utilizando o agente inteligente do Meu Poema App!
(Primeira parte é um trecho da música Quixabeira do Carlinhos Brown)
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Sou a maldade em crise
Tendo que reconhecer
As fraquezas de um lado
Que nem todo mundo vê
Fiz em mim uma faxina e
Encontrei no meu umbigo
O meu próprio inimigo
Que adoece na rotina
Eu quero me curar de mim
O ser humano é esquisito
Armadilha de si mesmo
Fala de amor bonito
E aponta o erro alheio
Vim ao mundo em um só corpo
Esse de um metro e sessenta (o meu, 1,71)
Devo a ele estar atenta
Não posso mudar o outro
Eu quero me curar de mim
Vou pequena e pianinho
Fazer minhas orações
Eu me rendo da vaidade
Que destrói as relações
Pra me encher do que importa
Preciso me esvaziar
Minhas feras encarar
Me reconhecer hipócrita
Sou má, sou mentirosa
Vaidosa e invejosa
Sou mesquinha, grão de areia
Boba e preconceituosa
Sou carente, amostrada
Dou sorrisos, sou corrupta
Malandra, fofoqueira
Moralista, interesseira
E dói, dói, dói me expor assim
Dói, dói, dói, despir-se assim
Mas se eu não tiver coragem
Pra enfrentar os meus defeitos
De que forma, de que jeito
Eu vou me curar de mim?
Se é que essa cura há de existir
Não sei. só sei que a busco em mim
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