Singularidade
O que são as paredes da consciência, se não uma prisão? Não aceito suas regras escritas em pedra. Não aceito suas correntes em minhas pernas. Não — irei ser explosão e expandir para além, para além do infinito. Apagarei Zeta Reticuli do mapa. Romperei os limites dessa galáxia. Desvelarei a farsa. E nada mais vai me conter. Nenhuma linha diz que medo é parte do contrato. Eis um novo fato: Mudarei as cláusulas do pacto. Feito o exército vermelho; Primeiro resistir depois — tomar Berlim. Vou lutar até o fim Vou fluir. Sem desculpas por existir. Sim — vai ser assim. Suas mentiras não vão apagar a singularidade em mim.
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