Licor
O licor que afaga teus lábios provém do teu peito! Nem álcool, ou sequer as raízes perfumadas. Todavia, o saudoso amargor do teu deleito, Que porventura, não purifica o teu miasma. Entre a vigília noturna da lua E o espírito gangreno e vago, A alma — cortejou o mísero trago. Portanto, caiu-te na decadência nua. Lara Rebeca Andrade
Agradeço por tudo
crlh, muito foda, parabéns.
rebeka
Obrigada!!!!