O mundo dele era puro caus
Ele era calmo Como brisa de primavera Tudo transcorria Na mais pura calmaria. Ele era calmaria Quem imaginava Que em um segundo seu mundo desabaria E do nada sem calma o encontraria. Era tudo ao inverso Se o universo era alegria Dentro dele era choro e agonia Se o universo era de paz Dentro dele era guerra que não acaba mais. Se no mundo lá fora era sol Dentro dele chovia sem dó Se o mundo era brisa Dentro dele o tufão aterroriza Ele só quer tudo de volta Uma calma lá dentro da alma Como água de Cachoeira que cai com calma Que lava a rocha E cria um ar-cor-íris em sua volta. Ele sempre dizia que trocaria Todo amor que tinha Para acalmar seu cais E tudo volta -se a ser calmaria. Oliveira lenilson
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.