Morro dos ventos uivantes
Lá no alto da colina Bem modesta e pequenina Uma casa de madeira Um só cômodo com lareira E vista ampla para o céu Aquecia e protegia Do vento forte e brisa fria Quem quiser que ali parasse Não importando se ficasse Ela fazia seu papel Quem chegava lá exausto Sem conseguir voltar para baixo Aconchegava-se no abrigo Um pequeno esconderijo Para o fôlego retomar A casinha pequenina Que de longe ninguém via Era um porto de esperança Ficará sempre na lembrança Para quem dela precisar Karol Vieira
Carolaine
demais lindo ❤
Poesia Noite e Dia
❤️❤️ obrigada!!
Ricardo Ferreira Guedes
sensacional