Manchas Disformes-O4
~`~`~`~|~`~`~`~`~`~`~`~`~`~`~~`~ _-__-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_- As manchas disformes dançam, e a garrafa e seus moradores viram bruma, indo para lá. Me enfureço, mas elas me circulam e voltam para cá. Vejo a garrafa, a serpente e o pássaro, mas não vejo a bebida amarela, pois o pássaro a tomou. Seus olhos são rasos e fundos como uma piscina repleta de monstros ancestrais. Coisas, criaturas, poemas sobre o escuro, mas porque eu temeria o escuro, se é de dia que o sol me queima? Ele, a coisa de pena, segura as tripas da serpente, onduladas como ela, uma dama de olhos oblíquos, e se expulsa da garrafa, com suas garras e presas. Essa coisa me olha. Eu não gosto dela. Eu quero sair daqui.
Sakura 🌸🍃
oieeee🌸🌸💪
Sakura 🌸🍃
"Nem toda obra precisa ser decifrada. Às vezes, ela existe para provocar estranhamento, e esse texto consegue isso com imagens fortes e uma sensação constante de aprisionamento."