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Intrépido desejo De salivar ao fim Do esvaziar mais Íntimo da carne Férvidos ossos Inescrupulosos Escondendo a Vontade do músculo Pulsando Irefreavelmente Pelo gosto desagradável Da vida, que se Oculta no suntuoso Derramar Das horas. A revolta muda dos Olhos que fitam o Nada das paredes Exasperadas pela Imobilidade arde Como o fogo na Derme frágil, pede com A voracidade De quem sente A morte próxima Para que não seja O simples servo Da ordinária Manha De cada Dia.
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