Perguntas
Às vezes eu penso Enquanto caminho ao vento, O que fazer quando se sentir pior Fraco, corpo cheio de suor? Ao sol vagando. Quando o sonho já não faz sentido Quando o cobertor pesar O que fazer quando não conseguir levantar? As perguntas vem, encharcam Suor cai sobre a testa de tanto pensar, O mundo já não é como antes Difícil conseguir ser humano Em uma ficção que odeia mutantes, Se pá me sinto um mutante Não tenho poder sou mortal, E me sinto principiante. São perguntas que faço a mim mesmo Nessa paciência de monge, Não tenho respostas Sigo vagando igual andante, Se pá vou ter respostas de uma De outras ? Distantes, Mas sigo com cabeça erguida E olho nos olhos dos semelhantes, Mesmo sendo uma incógnita Perguntas as porta, Abro meu coração. Vivo!
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