Triste Mão...
Triste mão perdeu de si o suave cheiro teu; De tanto que afagou os teus cabelos, teu perfume fez-se meu. Triste mão, tão carinhosa, hoje só apalpa o vão de uma lembrança Que por mais bela que seja, Não substitui sublime posse. Triste mão que já não sente o tecido de seda e tua pele sedosa... Feliz mão que não te esquece, Triste mão que tem memória... Jeferson de Sá
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