Traumas
O meu amigo, calado, pela tristeza, abalado, sonha em ser novamente livre. O ano ferido e encerrado, dos frutos e todo o silêncio, o atraso prolongado, seguindo agora inseguro, pelo destino marcado. Ainda que digam, escrever, sobre o livro, aquecer, não sorrir assim. A coruja está a cantar, ele a vê pela janela. O frio do metal o congela, a rua parece um perigo. "Não se importem, comigo. Não me prometam, abrigo, se o meu está tão destruído."
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