... @jean18

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"Quanto a euforia começou a rasgar nossos pulmões, quando começamos a ficar tão exaustos."     Nosso orgulhor cravou tantas barreiras, sabíamos como acabaria, mas doamos para o pior, desde da primeira despedida, dos desenprarasos nos abraços, no silêncio denso entre um beijo e outro, na falta do café às 06:00 damanhã .    Sentimos o amargo na ponta de nossas línguas, o sumisso de nós no nosso  olhar, você para eu e eu para você , em nossos olhos emaranhados conflituosos pedido um ponto de paz, antes eremos, vivito.  — Quanto a euforia começou a rasgar nossos pulmões, quando começamos a ficar tão exaustos.   Chegamos sem hospedagem ou ponto de espera para a estiagem alcançar nossos rostos, fomos tolos a seguir em frente no colapso de vidas passadas, pele em pele, mãos e mãos, entregas e entregas…     Pensei que fossemos nossa faísca, onde não importasse o calafrio seria suas mãos a deslizar minha nuca. Nossa vida abalada descansando em destrosos, nossos, deixados por pessoas comuns que pareciam uma joia polida, mas apenas pedras em nossos sapatos.     Deixei um bilhete pela brecha da porta, as fechaduras mudaram já não cabemos no mesmo espaço do lado esquerdo de nossos corpos. 

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