Você põe a mão na cintura, os vestidos que empobrecem a noite, destranca tantas bocas com dedos amolados ao bel dizer. as portas fecham e teu rosto molhado deixado marcado delineado , teu calor febril ajoelhado nas esquinas mergulhada felação, no canto escuro de Nova York despedida andava coberta de alma nua.
Encostas na beira da silhueta que veis esculpida inabalada. Tantas vezes deixamos o gelo escorrer nosso campo de patinação sem o caos pairando noites de tubulações, mas gostaría de ver teu corpo sendo polido pelo meu toque e acariciado pelos meus olhos agora tão tempestivos, eu ainda espero cair da sacada e acordar dormindo em teus ombros como uma hr atrás, mentir que estamos atrasados um hora do café, que o beijo desviou para não borrar meu batom, estamos mudando de transporte, trajetos e estradas para banir a aflição de estarmos longe por conta do tempo corrido.
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"Mil milhas, deixo meus pulmões desajustados, estou exausto para correr quando a cidade desenhar nosso destino final. "
Estou vagando nas esquinas e subúrbios ando sem aconchego encontro como um estrangeiro na minha própria mente aguçada que pararei de criar o que enche minhas veias.
Estive escrevendo tanto sobre nós, a forma como eu sacrificava meu coração para o Deus ego submerso em transe na ideia que existia apenas pelo teu respirar.
Sabemos que os pilares caíram sobre nós, ao menos uma parte minha desejava nossas cabeças atordoadas sendo arremessadas no barulho sobre destroços abalados pelo fim, mas antes que o solvente sumisse com a estamina coloquei uma vírgula nas sinricas em meu braço.
Minha mamãe sempre me deu uma lição que homens às vezes gritam para sermos agradecidas, rasgam vestes e bloqueiam saídas por que o mundo é perigoso. tudo vale quando falamos de amor, até a dor que fadica cada milímetro. Papai sempre mostrou ser verdade cada lição.
Escrevo para lembrar das vezes… Vozes me falam que estarei tão perto, eu só quero estacionar na saída mais próxima da minha salvação de estar ao teu lado. Minhas almofadas querem uma noite que as usem para descansar das horas gastas, quero correr sem preocupação de estar fugindo de algo.
Mil milhas, deixo meus pulmões desajustados, estou exausto para correr quando a cidade desenhar nosso destino final.
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— Você vai melhorar — melancolia enche os olhos.
Estágio desconsolavel estamos, a beira da esperança desdém membro por membro à partir. Calorosa, teu cavalheiro aguarda pelo abelo que não terás mais vida, serás ameno por ventura hábil a panir o vexame do vilarejo que reside nas noites na Rua 15, não potendo mais perder a sanidade no breu embasador. As vezes ainda de vejo, alucinógenos beneficiam na busca da tua vaga espessura nas mãos nuas.
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eu estaria empurrando pilhas de navalhas em mãos nuas, nós sabíamos a coragem que tínhamos, teus olhos impassíveis locomovem a falta de franqueza resoluta de estupidez gostosa, dizem ser loucura, por apenas queremos estar juntos.
Os pistões logo partiram em trilhos, um sacrilégio pontes dividirem nossos mundos e medos afugentar nossas certezas. Logo chegarei.
Sou nova nisso, borboletas castigam todas as vezes que dizemos adeus, quando teus olhos dormem antes que os meus, quando sua boca não visita minha língua , na saudade sem hora marcada, nas mãos vazias ao lado da cama em lençóis que me cobrem e sinto falta de teus braços envolto. Estou próxima.
O rancher dos freios move meu corpo pra frente o vibrar de pés despertam meus sentidos, procuro procuro procuro…. Onde estão seu pés 38 nessa multidão agitada, seu chapéu ar anos 80 e suas camisas formais e seu rosto cálido?. Me enganei.
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Sempre admirei a doçura e a agitação contagiante da serenide das nuvens sendo uma figura sobre um imenso fundo azul. Nestas vezes, mergulhei ao vento, pude sentir as sensações de ser um peregrino que tudo ver, tudo abraça sem ao menos dizer, passeando pelos sopros da vida escurecendo no poente renascendo nas mil cores. Nas colinas tantos imigrantes à prestigiar posso ser um navio, ou até algo nunca jamais avistado. Angústiado , mas flutuando na imensidão de olhar as nuvens com os olhos de um espectador, Encantado, pelo imensurável prazer de poder admirar
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"EI, quando seus olhos trovejarem eu corro para ambarar seu sorriso eu passeio pelos redemoinhos até chegar a aconhecar seu coração"
Calmamente deite-se no meu ombro, sou apenas alguém cansado, vamos nós dar bem. Somos pequenos, deixe transbordar eu prometo estar aqui quando as lágrimas afiarrem na pele, quando os pés ficarem tortos, quando a vida parecer resumir em dor, quando o sinal verde parecer seu ponto de fuga, estarei lá.
Esfalerando em noite e noites, sei que algo coexiste em tanta dor, eu empilharei mil tochas até serem como o farol, até a luz mover seus olhos que ainda temos chances, que tanto há, eu estarei aqui como suas moletas.
Estarei, não como agora ou talvez nunca perto, talvez brigados, possa ser que tornassemos desconhecidos e eu afujetado por teu esquecimento, como um desconhecido que dar seu único jantar para quem nada tem, nas vezes que o deslumbro do seu sorriso não seja por algo que eu citei. Estarei, mesmo sendo um canto da cômoda que você fingi não existir, pois te faz doer.
EI, quando seus olhos trovejarem eu corro para ambarar seu sorriso. eu passeio pelos redemoinhos até chegar a aconhecar seu coração, por que eu gosto de você, por simples gostar.
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"Quanto a euforia começou a rasgar nossos pulmões, quando começamos a ficar tão exaustos."
Nosso orgulhor cravou tantas barreiras, sabíamos como acabaria, mas doamos para o pior, desde da primeira despedida, dos desenprarasos nos abraços, no silêncio denso entre um beijo e outro, na falta do café às 06:00 damanhã .
Sentimos o amargo na ponta de nossas línguas, o sumisso de nós no nosso olhar, você para eu e eu para você , em nossos olhos emaranhados conflituosos pedido um ponto de paz, antes eremos, vivito.
— Quanto a euforia começou a rasgar nossos pulmões, quando começamos a ficar tão exaustos.
Chegamos sem hospedagem ou ponto de espera para a estiagem alcançar nossos rostos, fomos tolos a seguir em frente no colapso de vidas passadas, pele em pele, mãos e mãos, entregas e entregas…
Pensei que fossemos nossa faísca, onde não importasse o calafrio seria suas mãos a deslizar minha nuca. Nossa vida abalada descansando em destrosos, nossos, deixados por pessoas comuns que pareciam uma joia polida, mas apenas pedras em nossos sapatos.
Deixei um bilhete pela brecha da porta, as fechaduras mudaram já não cabemos no mesmo espaço do lado esquerdo de nossos corpos.
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Título:
"Se o seu olocausto queimasse estas amarras renderia-me livramento. Sou metal pesado e você igual a um ímã me atrai com tranquilidade "
O nosso karaokê no centro da cidade fechou, sem musicalidade alta, sem nossos pés e rabos sacudindo a vizinhança.
Nossas mãos deslizavam nos agudos nossas almas esbranquiçavam nos graves, instrumentos de sopro e teclas reisoavam nas pontas dos nossos dedos sob a vodka no fundo da garganta alucinante.
Só recordo as tragédias, entre o céu e o inferno estamos a um passo. você causa fervor em minhas entranhas, adrenalina maior que nicotina por mais tempo acabaremos fugitivos antes liberte as algemas preças em nós.
Se o seu olocausto queimasse estas amarras renderia-me livramento. Sou metal pesado e você igual a um ímã me atrai com tranquilidade.
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Título:
" café derramado na toalha da mesa, os talheres que passaram nas pontas dos teus dedos, o lastro vago espaço entre as sandálias. "
Centímetros entre as cadeiras. O olhar obsoleto afasta-me de algo que conheci. Conheço. Não conheço mais nada.
entraremos em contato em esparro, uma queda, seus braços me impedem de olhar ao chão sobre o meu corpo a cair, mas cairmos novamente e temos nada para nos segurar.
sem nada a dizer despede da mesa, eu não compreendo. No entanto, os talheres eram segurados por um fervor de fúria, os teus pés vibravam no chão e seu olhar destrava fio a fio memórias suas.
você esculpiu seu nome na ponte vankoke? Seu salto deixa perguntas eu só sei que…
O café derramado na toalha da mesa, os talheres que passaram nas pontas de teus dedos, o lastro vago espaço entre as sandálias você não era mais o homem sorridente de sempre.
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