Entrada
Era seguir a velha estrada Aqui das velhas caminhadas Que dá vida a inúmeras encruzilhadas Saciando a saudade nas tardes ensolaradas. Na sua simplicidade de estrada de terra Quedas curvas, tem suas agruras vencidas Há que sensação, das mais sinceras! Dessas que o desejo quer por toda a vida. Das manhãs até a tardezinha Escoltado pela brisa que ameniza o calor É encantador avistar a humilde casinha De onde exala o cheiro do puro amor. Na doçura do tempo de infância Onde o frio, se vencia sem blusas Com a magia dos sonhos de criança Tinha alegria até brincando na chuva. Embora novos tempos peçam novas caminhadas Não haverá nada que apague a saudade Na mente, ainda residira a velha estrada Que cheia de encantos, avança além da eternidade. João Batista do Carmo
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