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João Batista do Carmo

@jbatista · desde 2019

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Amizade

Vida e bem estar

Somos viventes nesse universo Cada um com única função Vivendo a vida, em prosas e versos Num constante equilíbrio razão em emoção Vivamos as nossas vidas, de boa Das nossas saúdes, sendo vigilantes A visa passa e o tempo voa E o viver, se torna uma sequência de instantes. O que habita nos corpos e na mentes alheias? Pensemos nisso, como um ato d irmandade Somos habitantes da mesma humanidade Desejosos e ávidos por atos de fraternidade. Não haverá colheita, se nao houver plantio Desejamos viver prazerosos dias Sem saber, a vida pode estar por um fio O viver é a felicidade que se irradia. Somos usinas a produzir energias Para duplicar o contágio singular Tornemos as tristezas, menores que as alegrias Duplicando sempre e somente o bem estar.                        João Batista do Carmo

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Amizade

Entrada

Era seguir a velha estrada Aqui das velhas caminhadas Que dá vida a inúmeras encruzilhadas Saciando a saudade nas tardes ensolaradas. Na sua simplicidade de estrada de terra Quedas curvas, tem suas agruras vencidas Há que sensação,  das mais sinceras! Dessas que o desejo quer por toda a vida. Das manhãs até a tardezinha Escoltado pela brisa que ameniza o calor É encantador avistar a humilde casinha De onde exala o cheiro do puro amor. Na doçura do tempo de infância Onde o frio, se vencia sem blusas Com a magia dos sonhos de criança Tinha alegria até brincando na chuva. Embora novos tempos peçam novas caminhadas Não haverá nada que apague a saudade Na mente, ainda residira a velha estrada Que cheia de encantos, avança além da eternidade. João Batista do Carmo

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Carinho

Apesar de tudo

Pegue este enorme sorriso E faça dele uma divina arma divina É disso que eu mais preciso Para a seara que atormenta o juízo. Colocando ao lado, do eterno caminho Trilhe com a felicidade que alimenta a esperança O sucesso é conquistado aos pedacinhos Sobre os ensinamentos da época de criança. Nos dias que comecam, é preciso caminhar A inércia corrói os infindáveis momentos O viver é um ato, de tudo renovar A jovialidade se eterniza nos pensamentos. Nos dias, mesmo sem radiante calor As alegrias devem superar a dor Tudo vai passar, inclusive o dissabor Nas ações do dia, sejamos gratos ao Criador.                                João Batista do Carmo

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Amor

Rosas

Neste dia queixo me as rosas Não por mera bobagem Quero apenas um pouco da prosa Para estimular a dormente coragem. Os ventos, com levesa, parecem risonhos Acordado o amanhecer dos sonhos Sondando os pensamentos medonhos Que habitam dias enfadonhos. O dia  longo já vai distante Ora ousado, altaneiro, ora entendiante Por vezes nos fazendo seres radiantes A exalar infinita energia contagiante. A tarde chega, abraçando a cidade Com suas ruas exalando a saudade Vozes soltas, proferindo amenidades E o desejo longe na eternidade. Estacionando onde o sol se esconde Os olhos parecem num desgosto profundo O que o tempo, prontamente responde Que sem você nao há graça no mundo.                                João Batista do Carmo

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Amizade

Vida

É uma nobreza viver a vida Com suas alegrias e dores Mesmo com horas sejam sofridas E com o amargor dos dissabores. Revestidos de interminável esperança Corremos contra o tempo Nos encantos dos momentos de criança Na algazarra das ondas das ventos. A juventude vem com grandes sonhos Agigantados pelos ideais bem fazejos A imaginação nos torna medonhos Com o corpo tomado por inúmeros desejos. A juventude passa no piscar do olho No mundo adulto, a hipocrisia nos abraça Como o barulho de um ferrolho Não percebemos que a vida, rápido passa. Com a velhice, vem o discernimento A visão experiente em tudo o que se faz Já nos contamina pouco, os sentimentos Nossa meta é apenas ter a paz. Deitar e dormir um sono tranquilo Sem se preocupar com o medo da morte Vivemos no mundo como um trem nos trilhos Que caminhará eternamente forte.                                   João Batista do Carmo

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Amor

Ar de poesia

Ser um poeta, é viver a felicidade nos dias Correr com o vento que assobia E quando sente que algo lhe asfixia Abranda sua inspiração e respira poesia. Como aquele esfomeado, na vida vadia Caminha hipnotizado, movido pela magia Invadindo a madrugada fria Onde a saudade faz dueto com a covardia Para encontrar sentido na rima de uma melodia. A lua que se banha no rio de água fria Finaliza o dia com sua agonia A saudade que sonha com a felicidade, mesmo que tardia Clama por nossa união, para tirar a sensação de vida vazia. João Batista do Carmo

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Amor

Minha mãe

A vida, no mister da maternidade Nós acolhe como filhos preferidos Na junção com a paternidade Nós capacita nos diversos sentidos. Alicerçados nas diversas verdades Nós abastece para as longas caminhadas Silente nos cobra lealdade Pessoas, não são manchas apagadas Como nós, são integrantes da eternidade. Nas lágrimas, piedade Mas em coisas, há dualidades O que distingue o bem da maldade? Não sei falar com sinceridade. Os dias seguem trazem a idade Deixando distante a mocidade Onde o destemor da jovialidade Desprezava certos aros de sanidade. Como era doce a mocidade Com a impetuosa tenacidade Que agora desperta saudades No âmago deste viver com mais idade. As décadas, que trazem o amadurecimento Também trazem a maturidade Poucos nos enganam os sentimentos Mais forte fica a velha moralidade. Agora posso dizer com compostas verdades Que o amor de única verdade É o descoberto com a chegada da idade Superando muitas coisas, sem perder a lealdade. João Batista do Carmo

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Amor

Prestar contas

A vida, no mister da maternidade Nós acolhe como filhos preferidos Na junção com a paternidade Nós capacita nos diversos sentidos. Alicerçados nas diversas verdades Nós abastece para as longas caminhadas Silente nos cobra lealdade Pessoas, não são manchas apagadas Como nós, são integrantes da eternidade. Nas lágrimas, piedade Mas em coisas, há dualidades O que distingue o bem da maldade? Não sei falar com sinceridade. Os dias seguem trazem a idade Deixando distante a mocidade Onde o destemor da jovialidade Desprezava certos aros de sanidade. Como era doce a mocidade Com a impetuosa tenacidade Que agora desperta saudades No âmago deste viver com mais idade. As décadas, que trazem o amadurecimento Também trazem a maturidade Poucos nos enganam os sentimentos Mais forte fica a velha moralidade. Agora posso dizer com compostas verdades Que o amor de única verdade É o descoberto com a chegada da idade Superando muitas coisas, sem perder a lealdade. João Batista do Carmo

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Amizade

Avante

A vida, no mister da maternidade Nós acolhe como filhos preferidos Na junção com a paternidade Nós capacita nos diversos sentidos. Alicerçados nas diversas verdades Nós abastece para as longas caminhadas Silente nos cobra lealdade Pessoas, não são manchas apagadas Como nós, são integrantes da eternidade. Nas lágrimas, piedade Mas em coisas, há dualidades O que distingue o bem da maldade? Não sei falar com sinceridade. Os dias seguem trazem a idade Deixando distante a mocidade Onde o destemor da jovialidade Desprezava certos aros de sanidade. Como era doce a mocidade Com a impetuosa tenacidade Que agora desperta saudades No âmago deste viver com mais idade. As décadas, que trazem o amadurecimento Também trazem a maturidade Poucos nos enganam os sentimentos Mais forte fica a velha moralidade. Agora posso dizer com compostas verdades Que o amor de única verdade É o descoberto com a chegada da idade Superando muitas coisas, sem perder a lealdade. João Batista do Carmo

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Amizade

Lealdade

A vida, no mister da maternidade Nós acolhe como filhos preferidos Na junção com a paternidade Nós capacita nos diversos sentidos. Alicerçados nas diversas verdades Nós abastece para as longas caminhadas Silente nos cobra lealdade Pessoas, não são manchas apagadas Como nós, são integrantes da eternidade. Nas lágrimas, piedade Mas em coisas, há dualidades O que distingue o bem da maldade? Não sei falar com sinceridade. Os dias seguem trazem a idade Deixando distante a mocidade Onde o destemor da jovialidade Desprezava certos aros de sanidade. Como era doce a mocidade Com a impetuosa tenacidade Que agora desperta saudades No âmago deste viver com mais idade. As décadas, que trazem o amadurecimento Também trazem a maturidade Poucos nos enganam os sentimentos Mais forte fica a velha moralidade. Agora posso dizer com compostas verdades Que o amor de única verdade É o descoberto com a chegada da idade Superando muitas coisas, sem perder a lealdade. João Batista do Carmo

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