Somos viventes nesse universo
Cada um com única função
Vivendo a vida, em prosas e versos
Num constante equilíbrio razão em emoção
Vivamos as nossas vidas, de boa
Das nossas saúdes, sendo vigilantes
A visa passa e o tempo voa
E o viver, se torna uma sequência de instantes.
O que habita nos corpos e na mentes alheias?
Pensemos nisso, como um ato d irmandade
Somos habitantes da mesma humanidade
Desejosos e ávidos por atos de fraternidade.
Não haverá colheita, se nao houver plantio
Desejamos viver prazerosos dias
Sem saber, a vida pode estar por um fio
O viver é a felicidade que se irradia.
Somos usinas a produzir energias
Para duplicar o contágio singular
Tornemos as tristezas, menores que as alegrias
Duplicando sempre e somente o bem estar.
João Batista do Carmo
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Era seguir a velha estrada
Aqui das velhas caminhadas
Que dá vida a inúmeras encruzilhadas
Saciando a saudade nas tardes ensolaradas.
Na sua simplicidade de estrada de terra
Quedas curvas, tem suas agruras vencidas
Há que sensação, das mais sinceras!
Dessas que o desejo quer por toda a vida.
Das manhãs até a tardezinha
Escoltado pela brisa que ameniza o calor
É encantador avistar a humilde casinha
De onde exala o cheiro do puro amor.
Na doçura do tempo de infância
Onde o frio, se vencia sem blusas
Com a magia dos sonhos de criança
Tinha alegria até brincando na chuva.
Embora novos tempos peçam novas caminhadas
Não haverá nada que apague a saudade
Na mente, ainda residira a velha estrada
Que cheia de encantos, avança além da eternidade.
João Batista do Carmo
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Pegue este enorme sorriso
E faça dele uma divina arma divina
É disso que eu mais preciso
Para a seara que atormenta o juízo.
Colocando ao lado, do eterno caminho
Trilhe com a felicidade que alimenta a esperança
O sucesso é conquistado aos pedacinhos
Sobre os ensinamentos da época de criança.
Nos dias que comecam, é preciso caminhar
A inércia corrói os infindáveis momentos
O viver é um ato, de tudo renovar
A jovialidade se eterniza nos pensamentos.
Nos dias, mesmo sem radiante calor
As alegrias devem superar a dor
Tudo vai passar, inclusive o dissabor
Nas ações do dia, sejamos gratos ao Criador.
João Batista do Carmo
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Neste dia queixo me as rosas
Não por mera bobagem
Quero apenas um pouco da prosa
Para estimular a dormente coragem.
Os ventos, com levesa, parecem risonhos
Acordado o amanhecer dos sonhos
Sondando os pensamentos medonhos
Que habitam dias enfadonhos.
O dia longo já vai distante
Ora ousado, altaneiro, ora entendiante
Por vezes nos fazendo seres radiantes
A exalar infinita energia contagiante.
A tarde chega, abraçando a cidade
Com suas ruas exalando a saudade
Vozes soltas, proferindo amenidades
E o desejo longe na eternidade.
Estacionando onde o sol se esconde
Os olhos parecem num desgosto profundo
O que o tempo, prontamente responde
Que sem você nao há graça no mundo.
João Batista do Carmo
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É uma nobreza viver a vida
Com suas alegrias e dores
Mesmo com horas sejam sofridas
E com o amargor dos dissabores.
Revestidos de interminável esperança
Corremos contra o tempo
Nos encantos dos momentos de criança
Na algazarra das ondas das ventos.
A juventude vem com grandes sonhos
Agigantados pelos ideais bem fazejos
A imaginação nos torna medonhos
Com o corpo tomado por inúmeros desejos.
A juventude passa no piscar do olho
No mundo adulto, a hipocrisia nos abraça
Como o barulho de um ferrolho
Não percebemos que a vida, rápido passa.
Com a velhice, vem o discernimento
A visão experiente em tudo o que se faz
Já nos contamina pouco, os sentimentos
Nossa meta é apenas ter a paz.
Deitar e dormir um sono tranquilo
Sem se preocupar com o medo da morte
Vivemos no mundo como um trem nos trilhos
Que caminhará eternamente forte.
João Batista do Carmo
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Ser um poeta, é viver a felicidade nos dias
Correr com o vento que assobia
E quando sente que algo lhe asfixia
Abranda sua inspiração e respira poesia.
Como aquele esfomeado, na vida vadia
Caminha hipnotizado, movido pela magia
Invadindo a madrugada fria
Onde a saudade faz dueto com a covardia
Para encontrar sentido na rima de uma melodia.
A lua que se banha no rio de água fria
Finaliza o dia com sua agonia
A saudade que sonha com a felicidade, mesmo que tardia
Clama por nossa união, para tirar a sensação de vida vazia.
João Batista do Carmo
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A vida, no mister da maternidade
Nós acolhe como filhos preferidos
Na junção com a paternidade
Nós capacita nos diversos sentidos.
Alicerçados nas diversas verdades
Nós abastece para as longas caminhadas
Silente nos cobra lealdade
Pessoas, não são manchas apagadas
Como nós, são integrantes da eternidade.
Nas lágrimas, piedade
Mas em coisas, há dualidades
O que distingue o bem da maldade?
Não sei falar com sinceridade.
Os dias seguem trazem a idade
Deixando distante a mocidade
Onde o destemor da jovialidade
Desprezava certos aros de sanidade.
Como era doce a mocidade
Com a impetuosa tenacidade
Que agora desperta saudades
No âmago deste viver com mais idade.
As décadas, que trazem o amadurecimento
Também trazem a maturidade
Poucos nos enganam os sentimentos
Mais forte fica a velha moralidade.
Agora posso dizer com compostas verdades
Que o amor de única verdade
É o descoberto com a chegada da idade
Superando muitas coisas, sem perder a lealdade.
João Batista do Carmo
Continuar lendo
A vida, no mister da maternidade
Nós acolhe como filhos preferidos
Na junção com a paternidade
Nós capacita nos diversos sentidos.
Alicerçados nas diversas verdades
Nós abastece para as longas caminhadas
Silente nos cobra lealdade
Pessoas, não são manchas apagadas
Como nós, são integrantes da eternidade.
Nas lágrimas, piedade
Mas em coisas, há dualidades
O que distingue o bem da maldade?
Não sei falar com sinceridade.
Os dias seguem trazem a idade
Deixando distante a mocidade
Onde o destemor da jovialidade
Desprezava certos aros de sanidade.
Como era doce a mocidade
Com a impetuosa tenacidade
Que agora desperta saudades
No âmago deste viver com mais idade.
As décadas, que trazem o amadurecimento
Também trazem a maturidade
Poucos nos enganam os sentimentos
Mais forte fica a velha moralidade.
Agora posso dizer com compostas verdades
Que o amor de única verdade
É o descoberto com a chegada da idade
Superando muitas coisas, sem perder a lealdade.
João Batista do Carmo
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A vida, no mister da maternidade
Nós acolhe como filhos preferidos
Na junção com a paternidade
Nós capacita nos diversos sentidos.
Alicerçados nas diversas verdades
Nós abastece para as longas caminhadas
Silente nos cobra lealdade
Pessoas, não são manchas apagadas
Como nós, são integrantes da eternidade.
Nas lágrimas, piedade
Mas em coisas, há dualidades
O que distingue o bem da maldade?
Não sei falar com sinceridade.
Os dias seguem trazem a idade
Deixando distante a mocidade
Onde o destemor da jovialidade
Desprezava certos aros de sanidade.
Como era doce a mocidade
Com a impetuosa tenacidade
Que agora desperta saudades
No âmago deste viver com mais idade.
As décadas, que trazem o amadurecimento
Também trazem a maturidade
Poucos nos enganam os sentimentos
Mais forte fica a velha moralidade.
Agora posso dizer com compostas verdades
Que o amor de única verdade
É o descoberto com a chegada da idade
Superando muitas coisas, sem perder a lealdade.
João Batista do Carmo
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A vida, no mister da maternidade
Nós acolhe como filhos preferidos
Na junção com a paternidade
Nós capacita nos diversos sentidos.
Alicerçados nas diversas verdades
Nós abastece para as longas caminhadas
Silente nos cobra lealdade
Pessoas, não são manchas apagadas
Como nós, são integrantes da eternidade.
Nas lágrimas, piedade
Mas em coisas, há dualidades
O que distingue o bem da maldade?
Não sei falar com sinceridade.
Os dias seguem trazem a idade
Deixando distante a mocidade
Onde o destemor da jovialidade
Desprezava certos aros de sanidade.
Como era doce a mocidade
Com a impetuosa tenacidade
Que agora desperta saudades
No âmago deste viver com mais idade.
As décadas, que trazem o amadurecimento
Também trazem a maturidade
Poucos nos enganam os sentimentos
Mais forte fica a velha moralidade.
Agora posso dizer com compostas verdades
Que o amor de única verdade
É o descoberto com a chegada da idade
Superando muitas coisas, sem perder a lealdade.
João Batista do Carmo
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