Viajante clandestino
Tem que ter coragem pra navegar Percorrer os oceanos, na imensidão do mar Por meses a fio navega Pela janela vê o tempo passar Escutar o coração se nega Sua voz ele quer calar Entende idiota se entrega Desse navio você tem que pular Diz que é por medo, não nega Mas esse vazio você tem que enfrentar Descarta magoa Descarta odio Descarta dor Deixa tudo pra trás E se joga no amor Deixa a correnteza levar Não se preocupa O mundo girar não é sua culpa Se quiser calar Vou entender Pode me negar Mas eu sou você
Preta Poetisa
Nossa que belo poema. Confesso que cai no efeito Mandela quando vc escreveu amor e eu li "mar" por estar tão envolvida ao poema. Meus parabéns.
Marcelo Honório
Muito obrigado pelo elogio! aproveito pra dizer q sou fã dos seus versos, são muito significativos pra mim.
Vane Andersen
muito profundo💜