paixão sonhada
Em meu sono, a fênix alada, Corpo de fogo, alma sonhada. Rasga os céus de um mundo etéreo, Deixando pra trás o mistério. Pousa gentil, no meu recanto, Trazendo o amor, desfazendo o pranto. Vivas cenas, da amada ausente, a muito distante Que habita a mente, eternamente. Seu voo rasante, em nuvens de mel, me traz sua imagem Me traz seu toque, seu doce papel. Mata a saudade, num breve instante, sou poeta vivo que espera esse amor que renasce, vibrante. Mas o despertar, cruel e ligeiro, me tira meu sonho Leva a fênix, rouba o teu cheiro. De novo a saudade, aperta o meu peito, e com eterna esperança eu durmo de novo, no mesmo leito. Pois só no sonho, consigo te ter, com esse mesmo sorriso Paixão sonhada, renascer. A fênix voa, e me leva a ti, então durmo felix Até o próximo sonho, em eu te revivi. de; janio Silva por; anônim o poeta sem nome
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