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Janio da silva Araújo

@janiosilva · desde 2020

sou um ateu que respeito tua fé respeite o que penso.

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Poema

Lágrimas de um poeta

No resíduo imaginário da saudade,surgiu a nassessidade de escrever não pra você , Não pra mim mas pra vida Eu precisava que todos lessem e avaliassem a minha dor, Então juntei minhas lágrimas Minha saudades e a força da minha tristeza e escrevi para você esse poema,onde você poderia ver,toda a estrada marcada pela agonia de estar sozinho nesse quarto que foi tão nosso. De Jânio Silva Por: Anônimo o poeta sem nome

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Poema

embrulhado pra viagem

eram 3 horas da manhã quando ela acordou, ouvi movimentos na cozinha, um cheiro gostoso de café quentinho a porta do quarto se abriu mostrando sua silhueta de linda mulher ela abriu meu lençol e me deu um beijo sorri maravilhado e surpreso con tanto carinho me chamou pra mesa e me serviu olhou pra mim e sorriu de repente sem nenhuma conotação anunciou, querido eu estou indo embora, somos muito felizes , te amo muito, mais esta faltando algo em mim que não sei como te explicar, vou sofrer eu sei vou sentir saudades, também sei no entanto preciso ir em busca não sei de que, só sei que vou em busca do que esta faltando em nossas vidas, Já arrumei minha roupa ja fiz minha mala, espero que você me compreenda e só me deixe ir, olhei pra ela atônito e só perguntei, e meu coração, o que eu faco com ele? ela me olhou e sorriu, meu amor você acha que eu vou conseguir viver sem ele vou levar em meu pensamento vou levar aqui dentro de mim, já até embrulhei para viagem, quando a saudade apertar quando o amor que sinto por você for mais forte , ⁹eu volte e te devolvo e juntos viveremos esse amor tão intenso, mais por favor me deixa ir, baixei a cabeça chorei por uns dois minutos enxuguei minhas lágrima e respondi, vai meu amor, vai , se um dia voltares estarei aqui , te esperando, e ela se foi, não voltou ainda,sei onde ela está, sei que esta bem não fui procurá-la só estou aqui esperando sofrendo a saudade que ele deixou , mais ela vai voltar eu sei vai voltar. de janio Silva por: anônimo o poeta sem nome

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Poema

o nascer de um sonho

Esta é a historia de muitis amores que nascem de um acaso não é um manual de sentimentos — é um testemunho vivo de quem parou na rua movimentada ao amanhecer e viu poesia nascer de um olhar trocado entre desconhecidos. Cada fascículo respira o cotidiano real: a solidão do café, a hesitação da caneta sobre o papel à luz de vela, a despedida na estação de trem com promessas sussurradas. O que torna estes momentos singular é sua recusa em romantizar a dor — em vez disso, ele a transforma em verso, mostrando que cada trilha vivida, cada encontro e cada perda alimenta a poesia do coração. são momentos assim que nis fazem descobrir o quanto e belo sonhar em ser feliz quando precisamos lembrar que amar, mesmo sem retorno, é um ato de beleza. e quando menis se esoera Quando o amor estiver pronto, ele o espera e aconchega entre os braços da paixão de: janio Silva por: anônimo o poeta sem nome

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Poema

entardecer

Janio participa de uma reunião de poetas em um sarau, onde vozes se cruzam compartilhando versos sobre paixão e desejo. Cada poeta traz sua própria ferida, sua própria forma de amar e sofrer. Quando chega a vez de Janio, ele lê seus versos com a voz tremendo, expondo o coração diante de desconhecidos que, paradoxalmente, entendem cada palavra porque também já amaram. O sarau é um espaço sagrado onde a solidão se torna coletiva. Objetivo: Mostrar como a partilha de versos cria um espaço de reconhecimento mútuo entre aqueles que amam. O sarau como espaço de comunhão entre poetas que compartilham feridas Versos sobre paixão e desejo como confissão pública do sentimento A voz tremendo de Janio revelando a coragem de expor o coração A solidão transformada em experiência coletiva através da poesia e nais uma vez ele se perdido em seu passado ao lado da pessoa wue mais smou e ele tirna seu poema tão veril que alguém comenta... até parece que ele está vendo ela ed janio Silva po, anônimo o poeta sem nome

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Poema

partículas de paula

Partículas de Paula Foi aos poucos que juntei nossos pedaços, esquecidos pelo tempo, mas nunca pelo amor. Um travesseiro ao pé da cama, um chinelo esquecido no quintal, um velho vidro de batom e até aquela antiga saia de crochê... Tudo isso eram rastros seus. E aquele sorriso que ficou, aquele brilho no olhar que contrastava com os raios de sol em nossas manhãs de despertar! Eram rastros seus o cheiro de café que ainda permanecia, vindo da cozinha. Os fios de cabelo enrolados na escova... tudo era presença sua. Até mesmo essa lágrima teimosa que eu não consegui segurar, era a saudade molhando os teus rastros, que o tempo jamais conseguiu apagar. Olhei pela janela — a mesma janela onde juntos sonhamos — e murmurei para mim mesmo: Ó vida, para onde as tuas estradas levaram Paula?...  anônimo o poeta sem nome

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Poema

o eco do silêncio

o seu silêncio ecoou forte dentro da minha saudade eu não te ouvia, só sentia, a nossa casa era um castelo de sonhos perdidos no amanhecer amanhecer dividido entre a tristeza e a nostalgia e eu , ora eu era um náufrago naquele mar de saudade mar formado pelas lágrimas da minha tristeza nunca Imaginei que você deixasse a nossa casa tão vazia encontrei uma saia esquecida pela pelo amor e com ela enxuguei minha angústia olhai para o chão molhado por minhas lágrimas e murmurei para mim mesmo oh vida onde escondesse Paula e mais uma vez teu silêncio estrondou dentro de mim e dormi pois só dormindo eu podia te ouvir de: janio Silva por: anônimo o poeta sem nome

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Poema

indigente

o indigente O meu sonho é ter uma ponte pra morar Eu me chamo fedorento como alguém me chamou Mas pode me chamar do que quiser, eu não sei quem sou Eu não tenho nome, eu não tenho liberdade Eu não tenho nem certeza se eu sou gente de verdade Eu não tenho nada, mas gostaria de ter Aproveita, meu senhor, e dá um trocado pra eu comer Que trocado o quê,nao tem vergonha não? Vai trabalhar, sugismundo Eu gostaria de ter um pouco de orgulho Mas não é possível pra quem come o entulho Misturado com os restos de comida com ratos e com as baratas E com tudo que é jogado, nas latas de lixo Cá pra nós eu vivo como bicho ou pior que isso Eu sou a escória do mundo Eu sou mendigo, um indigente Um indigesto, um vagabundo Eu sou... Eu não sou ninguém Eu tenho fome, preciso me alimentar Eu posso não ter nome, mas o estômago tá lá Por isso eu tenho que ter cara de pau Ou eu peço , ou fico aqui passando mal Tenho que me rebaixar a esse ponto Porque a necessidade é maior do que a moral Eu sou sujo, eu sou feio, eu sou antissocial Eu não posso aparecer na foto do cartão postal Porque pro rico e pro turista eu sou poluição Sei que sou um brasileiro, mas eu não sou cidadão Eu não tenho dignidade ou um teto pra morar E o meu banheiro é a rua e sem papel pra me limpar Honra? Não tenho, eu já nasci assim o meu destino é morar numa ponte até o fim o meu sonho e um pesadelo e eu não consigo acordar Eu não tenho perspectivas pra sorrir ou cantar A minha vida é um sofrimento um mar de desilusão eu sou um solitário esquecido na multidão Eu não existo no mundo Eu sou um mendigo, um indigente Um indigesto, um vagabundo eu não existo no mundo Eu não sou ninguém, eu não sou nada Eu não sou gente Eu sou o resto do mundo Eu sou um mendigo, um indigente Um indigesto, um vagabundo Eu sou o resto Eu não sou ninguém Frustração, é o resumo do meu ser sorriso , não tenho não aprendi a sorrir gostaria de saber porque eu estou aqui uma música pra cantar, cantar pra quê se eu não tenho nem uma ponte pra morar de: anônimo o poeta sem nome

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Poema

amor X ódio

Título: Amor X Ódio Acordar e ver a vida com carinho, é melhor que acordar desconfiando de tudo ao redor. Abraçar e estender um belo sorriso para as pessoas ao seu lado: a esposa, um filho, seu vizinho. Acredite, vai fazer seu dia bem melhor. Não importa o retorno, o que importa é que você fez sua parte em prol do amor. Acordar e sair para o trabalho como uma rotina que lhe faz bem, é melhor que ir como se fosse uma obrigação constrangedora. Acordar evitando conflitos que se generalizam no dia a dia, é melhor que acordar e aderir a eles para agradar a satisfação alheia. Nós temos uma vida para proteger, e ninguém vai largar seus pensamentos para seguir os seus. Por esse motivo, nunca plante mudas de ódio; ao contrário, espalhe sementes de amor. Acordar e ouvir a sinfonia de sua luz em harmonia com a paz, é melhor que acordar ouvindo o estrondo dos canhões que destroem sua existência. Sendo assim, ao acordar, seja você mesmo, e nunca o que os outros querem que você seja. Se acordares com um sorriso, a luz da paz estará sempre contigo. de: janio Silva por: anônimo o poeta sem nome

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Poema

paixão sonhada

Em meu sono, a fênix alada, Corpo de fogo, alma sonhada. Rasga os céus de um mundo etéreo, Deixando pra trás o mistério. Pousa gentil, no meu recanto, Trazendo o amor, desfazendo o pranto. Vivas cenas, da amada ausente, a muito distante Que habita a mente, eternamente. Seu voo rasante, em nuvens de mel, me traz sua imagem Me traz seu toque, seu doce papel. Mata a saudade, num breve instante, sou poeta vivo que espera esse amor que renasce, vibrante. Mas o despertar, cruel e ligeiro, me tira meu sonho Leva a fênix, rouba o teu cheiro. De novo a saudade, aperta o meu peito, e com eterna esperança eu durmo de novo, no mesmo leito. Pois só no sonho, consigo te ter, com esse mesmo sorriso Paixão sonhada, renascer. A fênix voa, e me leva a ti, então durmo felix Até o próximo sonho, em eu te revivi. de; janio Silva por; anônim o poeta sem nome

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Poesia

O medo de não morrer

Nas lendas da antiguidade o que mais me Me fascina é a morte mal morrida Dos vampiros que lutavam pra ficar em tal estado Aquela mordida tão fatal, sempre me assustou Pois pois sempre existia no fim o sangue derramado Me fascinam teus olhos quando brilhavam Pouco antes de escolher quem te seduz Eu me apavoro com os teus medos absurdos Da estaca, do alho, do fogo, do sol, da cruz Me admirava da tua força, muito embora Não conseguisse resistir à frágil aurora E agora aquela capa, de uma escuridão sem mácula Me fascinavam também aquelesdentes assustadores Os séculos de lendas e de horrores Que adquiriram com tempo a nobreza do seu nome, Conde Drácula Sempre foi no começo uma lenda Que depois virou história virou música e por último virou cinema Adaptação de; Anônimo o poeta sem nome

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