No resíduo imaginário da saudade,surgiu a nassessidade de escrever não pra você ,
Não pra mim mas pra vida
Eu precisava que todos lessem e avaliassem a minha dor,
Então juntei minhas lágrimas
Minha saudades e a força da minha tristeza e escrevi para você esse poema,onde você poderia ver,toda a estrada marcada pela agonia de estar sozinho nesse quarto que foi tão nosso.
De Jânio Silva
Por:
Anônimo
o poeta
sem nome
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eram 3 horas da manhã quando ela acordou,
ouvi movimentos na cozinha, um cheiro gostoso de café quentinho
a porta do quarto se abriu mostrando sua silhueta de linda mulher
ela abriu meu lençol e me
deu um beijo
sorri maravilhado e surpreso con tanto carinho
me chamou pra mesa e me serviu
olhou pra mim e sorriu
de repente sem nenhuma conotação anunciou,
querido eu estou indo embora,
somos muito felizes , te amo muito, mais esta faltando algo em mim que não sei como te explicar,
vou sofrer eu sei
vou sentir saudades, também sei
no entanto preciso ir em busca não sei de que, só sei que vou em busca do que esta faltando em nossas vidas,
Já arrumei minha roupa
ja fiz minha mala, espero que você me compreenda e só me deixe ir,
olhei pra ela atônito e só perguntei,
e meu coração, o que eu faco com ele?
ela me olhou e sorriu,
meu amor você acha que eu vou conseguir viver sem ele
vou levar em meu pensamento
vou levar aqui dentro de mim,
já até embrulhei para viagem, quando a saudade apertar quando o amor que sinto por você for mais forte ,
⁹eu volte e te devolvo e juntos viveremos esse amor tão intenso, mais por favor me deixa ir,
baixei a cabeça chorei por uns dois minutos enxuguei minhas lágrima e respondi, vai meu amor, vai , se um dia voltares estarei aqui , te esperando, e ela se foi, não voltou ainda,sei onde ela está, sei que esta bem
não fui procurá-la
só estou aqui esperando
sofrendo a saudade que ele deixou ,
mais ela vai voltar
eu sei
vai voltar.
de janio Silva
por:
anônimo
o poeta
sem nome
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Esta é a historia de muitis amores que nascem de um acaso não é um manual de sentimentos — é um testemunho vivo de quem parou na rua movimentada ao amanhecer e viu poesia nascer de um olhar trocado entre desconhecidos. Cada fascículo respira o cotidiano real: a solidão do café, a hesitação da caneta sobre o papel à luz de vela, a despedida na estação de trem com promessas sussurradas. O que torna estes momentos singular é sua recusa em romantizar a dor — em vez disso, ele a transforma em verso, mostrando que cada trilha vivida, cada encontro e cada perda alimenta a poesia do coração. são momentos assim que nis fazem descobrir o quanto e belo sonhar em ser feliz quando precisamos lembrar que amar, mesmo sem retorno, é um ato de beleza. e quando menis se esoera Quando o amor estiver pronto, ele o espera e aconchega entre os braços da paixão
de:
janio Silva
por:
anônimo
o poeta
sem nome
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Janio participa de uma reunião de poetas em um sarau, onde vozes se cruzam compartilhando versos sobre paixão e desejo. Cada poeta traz sua própria ferida, sua própria forma de amar e sofrer. Quando chega a vez de Janio, ele lê seus versos com a voz tremendo, expondo o coração diante de desconhecidos que, paradoxalmente, entendem cada palavra porque também já amaram. O sarau é um espaço sagrado onde a solidão se torna coletiva.
Objetivo: Mostrar como a partilha de versos cria um espaço de reconhecimento mútuo entre aqueles que amam.
O sarau como espaço de comunhão entre poetas que compartilham feridas
Versos sobre paixão e desejo como confissão pública do sentimento
A voz tremendo de Janio revelando a coragem de expor o coração
A solidão transformada em experiência coletiva através da poesia
e nais uma vez ele se perdido em seu passado
ao lado da pessoa wue mais smou
e ele tirna seu poema tão veril
que alguém comenta...
até parece que ele está vendo ela
ed janio Silva
po,
anônimo
o poeta
sem nome
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Partículas de Paula
Foi aos poucos que juntei nossos pedaços,
esquecidos pelo tempo,
mas nunca pelo amor.
Um travesseiro ao pé da cama,
um chinelo esquecido no quintal,
um velho vidro de batom
e até aquela antiga saia de crochê...
Tudo isso eram rastros seus.
E aquele sorriso que ficou,
aquele brilho no olhar
que contrastava com os raios de sol
em nossas manhãs de despertar!
Eram rastros seus
o cheiro de café que ainda permanecia,
vindo da cozinha.
Os fios de cabelo enrolados na escova...
tudo era presença sua.
Até mesmo essa lágrima teimosa
que eu não consegui segurar,
era a saudade molhando os teus rastros,
que o tempo jamais conseguiu apagar.
Olhei pela janela — a mesma janela
onde juntos sonhamos —
e murmurei para mim mesmo:
Ó vida, para onde as tuas estradas levaram Paula?...
anônimo
o poeta
sem nome
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o seu silêncio ecoou forte
dentro da minha saudade
eu não te ouvia, só sentia,
a nossa casa era um castelo
de sonhos perdidos no amanhecer
amanhecer dividido
entre a tristeza
e a nostalgia
e eu , ora eu era um náufrago
naquele mar de saudade
mar formado pelas lágrimas
da minha tristeza
nunca Imaginei
que você deixasse
a nossa casa tão vazia
encontrei uma saia
esquecida pela pelo amor
e com ela enxuguei minha angústia
olhai para o chão molhado por minhas lágrimas e murmurei para mim mesmo
oh vida onde escondesse Paula
e mais uma vez teu silêncio
estrondou dentro de mim
e dormi
pois só dormindo eu podia te ouvir
de: janio Silva
por:
anônimo
o poeta
sem nome
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o indigente
O meu sonho é ter uma ponte pra morar
Eu me chamo fedorento como alguém me chamou
Mas pode me chamar do que quiser, eu não sei quem sou
Eu não tenho nome, eu não tenho
liberdade
Eu não tenho nem certeza se eu sou gente de verdade
Eu não tenho nada, mas gostaria de ter
Aproveita, meu senhor, e dá um trocado pra eu comer
Que trocado o quê,nao tem vergonha não?
Vai trabalhar, sugismundo
Eu gostaria de ter um pouco de orgulho
Mas não é possível pra quem come o entulho
Misturado com os restos de comida com ratos e com as baratas
E com tudo que é jogado, nas latas de lixo
Cá pra nós eu vivo como bicho ou pior que isso
Eu sou a escória do mundo
Eu sou mendigo, um indigente
Um indigesto, um vagabundo
Eu sou... Eu não sou ninguém
Eu tenho fome, preciso me alimentar
Eu posso não ter nome, mas o estômago tá lá
Por isso eu tenho que ter cara de pau
Ou eu peço , ou fico aqui passando mal
Tenho que me rebaixar a esse ponto
Porque a necessidade é maior do que a moral
Eu sou sujo, eu sou feio, eu sou antissocial
Eu não posso aparecer na foto do cartão postal
Porque pro rico e pro turista eu sou poluição
Sei que sou um brasileiro, mas eu não sou cidadão
Eu não tenho dignidade ou um teto pra morar
E o meu banheiro é a rua e sem papel pra me limpar
Honra? Não tenho, eu já nasci assim
o meu destino é morar numa ponte até o fim
o meu sonho e um pesadelo e eu não consigo acordar
Eu não tenho perspectivas pra sorrir ou cantar
A minha vida é um sofrimento um mar de desilusão
eu sou um solitário esquecido na multidão
Eu não existo no mundo
Eu sou um mendigo, um indigente
Um indigesto, um vagabundo
eu não existo no mundo
Eu não sou ninguém, eu não sou nada
Eu não sou gente
Eu sou o resto do mundo
Eu sou um mendigo, um indigente
Um indigesto, um vagabundo
Eu sou o resto
Eu não sou ninguém
Frustração, é o resumo do meu ser
sorriso , não tenho não aprendi a sorrir
gostaria de saber porque eu estou aqui
uma música pra cantar, cantar pra quê
se eu não tenho nem uma ponte pra morar
de:
anônimo
o poeta sem nome
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Título: Amor X Ódio
Acordar e ver a vida com carinho,
é melhor que acordar desconfiando de tudo ao redor.
Abraçar e estender um belo sorriso
para as pessoas ao seu lado: a esposa, um filho, seu vizinho.
Acredite, vai fazer seu dia bem melhor.
Não importa o retorno, o que importa é que você fez sua parte em prol do amor.
Acordar e sair para o trabalho
como uma rotina que lhe faz bem,
é melhor que ir como se fosse uma obrigação constrangedora.
Acordar evitando conflitos que se generalizam no dia a dia,
é melhor que acordar e aderir a eles para agradar a satisfação alheia.
Nós temos uma vida para proteger,
e ninguém vai largar seus pensamentos para seguir os seus.
Por esse motivo, nunca plante mudas de ódio;
ao contrário, espalhe sementes de amor.
Acordar e ouvir a sinfonia de sua luz em harmonia com a paz,
é melhor que acordar ouvindo o estrondo dos canhões que destroem sua existência.
Sendo assim, ao acordar, seja você mesmo,
e nunca o que os outros querem que você seja.
Se acordares com um sorriso, a luz da paz estará sempre contigo.
de:
janio Silva
por:
anônimo
o poeta
sem nome
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Em meu sono, a fênix alada,
Corpo de fogo, alma sonhada.
Rasga os céus de um mundo etéreo,
Deixando pra trás o mistério.
Pousa gentil, no meu recanto,
Trazendo o amor, desfazendo o pranto.
Vivas cenas, da amada ausente,
a muito distante
Que habita a mente, eternamente.
Seu voo rasante, em nuvens de mel,
me traz sua imagem
Me traz seu toque, seu doce papel.
Mata a saudade, num breve instante,
sou poeta vivo que espera
esse amor que renasce, vibrante.
Mas o despertar, cruel e ligeiro,
me tira meu sonho
Leva a fênix, rouba o teu cheiro.
De novo a saudade, aperta o meu peito,
e com eterna esperança
eu durmo de novo, no mesmo leito.
Pois só no sonho, consigo te ter,
com esse mesmo sorriso
Paixão sonhada, renascer.
A fênix voa, e me leva a ti,
então durmo felix
Até o próximo sonho,
em eu te revivi.
de;
janio Silva
por;
anônim
o poeta
sem nome
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Nas lendas da antiguidade o que mais me Me fascina é a morte mal morrida
Dos vampiros que lutavam
pra ficar em tal estado
Aquela mordida tão fatal, sempre me assustou
Pois pois sempre existia no fim o sangue derramado
Me fascinam teus olhos quando brilhavam
Pouco antes de escolher quem te seduz
Eu me apavoro com os teus medos absurdos
Da estaca, do alho, do fogo, do sol, da cruz
Me admirava da tua força, muito embora
Não conseguisse resistir à frágil aurora
E agora aquela capa, de uma escuridão sem mácula
Me fascinavam também aquelesdentes assustadores
Os séculos de lendas e de horrores
Que adquiriram com tempo a nobreza do seu nome, Conde Drácula
Sempre foi no começo uma lenda
Que depois virou história virou música e por último virou cinema
Adaptação de;
Anônimo
o poeta
sem nome
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