Rasante. Ps: Rasamte é o nome do meu violão
Toda vez que te toco, você me humilha E eu te jogo de canto E você desaponta e aponta todos os meus fracassos Te preciso, e de mim você nunca precisa Eu me afogo em prantos E afago teu corpo com os meus dedos todos em pedaços Escuta tudo o que eu tenho pra dizer Seus timbres sempre acompanham os meus, sem nunca poder escolher Te amo e sei disso, mas não me dedico, apenas te dedilho vez ou outra Você, meu amante e amigo, apático apenas, parado nem nota E eu nunca decifro suas notas Quem é essa gente que tanto nos observa? Qual será a beleza de que tanto eles falam, e parecem entender? Aplaudindo esse amor, dizendo ser adorável Algo quase divino Divino mesmo, foi não desistir de você Que escuta tudo que eu tenho pra dizer Seus timbres sempre acompanham os meus, sem nunca poder escolher Te amo e sei disso, mas não me dedico, apenas te dedilho vez ou outra Você, meu amante e amigo, apático apenas, parado nem nota E eu nunca decifro suas notas.
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