nada demais!
Me diz como tu se sente nesse corpo moribundo. Me conta o que recita esse teu canto mudo. Me fala como que de canto de olho você vê tudo. Me faz ver as coisas como tu vê no meu mundo. Eu quero conhecer quem tanto me condena, Quero pintar tuas cores nesse meu poema, Quero ousar dizer teu nome por mais de uma vez, E me espantar quando descobrir o que tu já me fez. Vem de encontro ao meu caminho, Me mostre mais uma vez que já não estou sozinho Que eu posso olhar pra sombra do menino, E ver o homem de volta a mim sorrindo. Fala pra mim como é ser eterno, E viver nesse mundo sem nem mesmo ter teto, Conta como é não ter nada sempre E sempre ter tudo no que fala à mente. Conhecer como é esse tal de vazio, E ainda por cima pensar nele sozinho, Sentir uma imensidão e dizer que não é nada, Para mentir e brincar de novo com as palavras. Sem nada, nada temos... Mas se nada temos porque nos incomodaremos?
Ilohara
poxa, eu simplesmente amei
Descritor✍
iti Malia🐢
Descritor✍
não foi nada (cabei de lembrar do trocadilho kkkkkkkkkkkkkk)