até quando?
Os dias onde (não bem quero) Esqueço São tão beneficamente suportáveis Mesmo que matem meus rins Apaguem meus sentidos Deixem-me viva O velho foi impulsivo porque A memória é o tal cão dos infernos Pois esse quarto rosna Minha culpa rói-me nos dentes (ela não perdoa) E deixa-me viva.
Jeferson de Sá - DesenhistaSete
Ó, magnânima poetisa das habilidades prematuras e dos instintos aflorados de artista eminente em mera década somada a um triênio, obrigado por me agraciar com a sua maestria! Aprendo com vc tanto quanto a vida me pode ensinar por seu intermédio, moreninha!