Que mau eu fiz
Será que mal eu fiz a puta que me fez infelicidade de parir aquela pseudo-humana?! Cobra rasteira, que ataca sem pudor, de retinas indigentes, pois delas nada se sabe, que só ama a abstração do seu próprio egoísmo sem sabor. Não sei se mato da minha introspecção, se como viva, se como primeiro a cabeça e depois o rabo... não sei por que há saudade daquele ser desgraçado, do beijo molhado e cangote perfumado. — Gabriel Gutembergue
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