João Victor Serenário @graduallyerasing

A solidão do mais forte

O que escapa. Não persigo. Quando cai, permanece no chão. Importa o que fica. Meu passo, o silêncio, meu pulso. Não existe mais aquela sensação. Só peças que não se encaixam. Ferrugem no ouvido desgaste gratuito. Se chove, eu costumo atravessar. Não peço teto. Não meço excesso. Quando o sol castiga, não importa o quanto queime. Suporto. Se desmorona, aprecio a queda do que não me compõe. Nada disso me lança para fora de mim. Tudo se junta. Se torna vento. E mesmo quando está forte e violento. Não me move. - João Serenário

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