Eu, mar
No chão deste navio deito-me com frio. me sinto frágil mesmo sendo sobrevivente do naufrágio. Fico revendo minhas memórias, procurando uma explicação lógica mas nada está em ordem cronológica. Elas chegam a ser ilusórias. Novo dia no meio do mar. O primeiro pensamento é me afogar. Mas o medo do mistério de me desalmar faz o meu desejo congelar.
Ricardo Ferreira Guedes
belíssimo poema 👏👏👏👏
Nyx
Brigada! 🤍