segunda, 31 de julho.
hei de encontrar nos poros, no cheiro de um corpo, um espaço para suar palavras, pensamentos e detritos sem retorno. que giram em torno da alma e evitam a fisicalidade de alcançar o prazer de respirar em excelência. de descarregar o peito sobre o momento, deixando esvair a verbalidade que tanto busca explicar o sentimento. o sentimento de perder. e do recomeço de tudo, que é lento. o recomeço, iniciado por um corpo retraido. que só necessita mesmo: de um acalento.
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