Edson Lancaster @edilancaster
Amor

Sua Ausencia

Tolice minha Supor que um dia poderia Retornar a descansar No porto seguro Que eram seu braços Busco na memória Dias alegres que se foram Encontrar entre as lembranças Um bálsamo para minha aflição Que dia após dias se renova Acordo atortorado sem memória Dormo aflito e imerso na amargura Dos lábios que já não me desejam Dos braços que já não repouso Irome contra meus ensejos E o dia após dia e o verdadeiro suplício Pois nele encontramos o veneno do amor Dos bons momentos que já não retornará Do gosto de morango que já não extasia Da Boa Sorte que já não exala tanta sorte Talvez não importe as vezes As seguidas tentativas A súplica sublimes de redenção A indireta sempre será a mesma A sua ausência sempre perpétua E lá está você Calado, frio, distante Me causando sempre a mesma coisa um novo ciclo interminável de dúvidas Questionamentos sobre atos falhos

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